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É bom que o homem ame a sua própria felicidade. Sem isso, ele deixaria de ser essencialmente homem.  A ordem de amarmos o próximo como a nós mesmos (Mateus 19: 19), pressupõe que podemos, e devemos amar a nós mesmos. Não somos ordenados a amar mais ao nosso próximo do que a nós mesmos, mas como a nós mesmos.

Se a felicidade que almejamos procura primeiramente desfrutar de Deus, contemplar Sua glória e ter comunhão com Ele, então este amor a Deus se assemelha ao amor que devemos ter a nós mesmos. Além disso, quando o cristão busca a felicidade do seu próximo, ele amplia a sua própria.

O espírito da caridade ou amor cristão é o oposto de um espírito egoísta. O espírito de caridade busca o bem do próximo. Não atente cada um para o que é propriamente seu, mas cada qual também para o que é dos outros (Filipenses 2: 4). A felicidade espiritual dessas pessoas deveria ser o nosso principal interesse, inclusive o seu progresso material.

Este tipo de espírito se compadece das dificuldades, das cargas e das aflições do próximo. Um espírito egoísta se preocupa somente com a sua própria miséria. Mas um coração sincero e verdadeiro é cheio de misericórdia para com aqueles que estão em miséria, sendo pronto em ajudar, suprir, aliviar.

Este tipo de espírito também é liberal, sempre pronto a atender as necessidades alheias, quando oportuno. Então, enquanto temos tempo, façamos bem a todos, mas principalmente aos domésticos da fé (Gálatas 6: 10).

Aqueles que ocupam posições de liderança, seja no governo ou na igreja, devem mostrar-se dispostos a buscar os mais altos interesses daqueles que se encontram sob seus cuidados.

A proximidade e a comunhão têm um preço. Pequenas feridas sempre surgem, quando nos aproximamos e nos relacionamos. Precisamos desenvolver a nossa capacidade de perdoar, valorizar e apreciar aquilo que cada pessoa tem de bom. Por outro lado, precisamos crescer e ser aperfeiçoados, para oferecermos cada vez mais nossa amizade e amor, aprendendo a ter comunhão e a nos relacionar com todo tipo de pessoas sem medo de ser feliz e de ser bênção, principalmente na vida daqueles a quem amamos.

 

Como visão celular, o nosso alvo é ser uma Igreja que vive o amor de Deus na prática, que vive na unidade de coração, que tem o mesmo sonho que vem do coração de Deus. O nosso alvo é falar, amar e buscar as mesmas coisas segundo os princípios da Palavra de Deus.

 

A nossa visão é que cada membro seja liberto e curado e se torne um ministro frutífero e próspero. Podemos conquistar a nossa geração para o Senhor Jesus através das Células, encontros e discipulado. É através das Células que poderemos, com mais facilidade, repartir o amor do Pai.

 

Se não ouvirmos o pobre, o perdido, o necessitado, Deus não nos ouvirá. A compaixão de Deus deve ser derramada em nossos corações e escoar para o nosso próximo. A Bíblia nos diz que: “O que tapa o seu ouvido ao clamor do pobre, ele mesmo também clamará e não será ouvido.” (Pv 21.13).

Sabemos que necessitamos do Senhor para tudo: Ele é quem nos dá a vida, a respiração, o alimento, a inteligência, a liberdade etc. E Ele nos usa para abençoar as pessoas. Portanto, permita que Deus manifeste o seu amor por meio de sua vida, de seus atos, de suas boas obras. Nós damos a medida para Deus agir em nós. Se ouvirmos o clamor dos aflitos e atendermos, dentro das nossas possibilidades, Ele nos ouvirá e atenderá.

Peça a Deus que lhe dê um coração cheio de amor e compaixão pelas pessoas!

 

Segundo o dicionário on line, compaixão é: Sentimento de pesar que nos causam os males alheios, bem como vontade de ajudar o próximo. Sentimento de simpatia ou de piedade para com o sofrimento alheio, associado à vontade ou ao desejo de auxiliar de alguma forma: doar dinheiro para campanhas humanitárias é uma atitude que envolve muita compaixão.

 

Secretaria de Células

 

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