Psicologia

ADOÇÃO - Como tomar essa decisão?

Crianças e adolescentes podem ser adotados de zero até 18 anos, cujos pais sejam falecidos ou desconhecidos ou ainda que forem destituídas do poder familiar. Já os maiores de 18 anos dependerão do poder público para julgar a situação. Seguem alguns pontos a considerar:

 

  1. Tenha certeza da sua intenção:
  • Caso a atitude de adoção seja por dó ou compaixão, a dificuldade começa por aí.
  • A adoção é um ato de responsabilidade antes mesmo de um ato de amor e caridade.
  • A responsabilidade não é só de suprir as necessidades básicas, mas é deixar a criança segura de que a sua nova família está disposta a vencer os desafios com ela e por ela.

 

  1. Características de uma criança adotiva:
  • A criança sofre com a separação de sua antiga vida, seja qual for o motivo.
  • Na maioria das vezes, ela não confia nas pessoas.
  • Tem baixa autoestima e sente-se solitária.
  • Pode agir como uma criança difícil para testar seus pais adotivos.

 

  1. Como lidar em situações difíceis:
  • Nos momentos difíceis – crise, desobediência, birra, briga, etc, faça com que a sua autoridade de pai ou mãe prevaleça contra qualquer ameaça da criança.
  • Não se esqueça de que o amor, carinho e confiança devem ser mostrados para a criança no momento em que esteja usando a autoridade.
  • Ame! A criança adotiva vai sentir seu amor e aos poucos vai ceder a ele, mesmo que ela nunca tenha sido amada.

 

  1. Por que o processo de adoção é tão demorado:
  • Grande parte dos candidatos a pais adotivos manifesta o desejo de adotar um bebe que seja menina e de cor branca. Ocorre, porém, que a maioria das crianças em situação de adoção dificilmente tem essa característica.
  • É preciso respeitar o tempo e as medidas necessárias para que ocorra a destituição do poder familiar, que por sua vez ocorre através de um processo judicial.
  • São considerados casos de perda do poder familiar: castigar exageradamente o filho, deixar o filho abandonado, praticar atos contrários à moral e aos bons costumes, e descumprir medidas judiciais.

Caso você tenha interesse em adotar uma criança, você pode obter informações adicionais através do grupo de apoio “Conta de novo” pelo email: grupocontadenovo@gmail.com ou através da Vara da Infância e da Juventude no Foro Regional III - Jabaquara situado na Rua Joel Jorge de Melo, 424 – Vila Mariana – São Paulo.

Deus abençoe sua decisão!

 

Mary Estevam – Psicóloga

Compulsão por compras

 

A compulsão por compras é considerada uma doença tão grave como a dependência por drogas, e que necessita de tratamento.

Muitas pessoas possuem compulsão por compras e acabam gastando todo o dinheiro que recebem.

Essa compulsão ocorre quando o indivíduo tem uma vontade enorme de comprar coisas, sem que haja necessidade desse consumo.

Existem pessoas que estão arruinadas e presas em dívidas, pois gastam sem mesmo ter dinheiro, comprometendo-se com cartão de crédito, cheque especial, empréstimos, dentre outros.

A atitude considerada grave do comportamento compulsivo é gastar com um produto sem sequer utilizá-lo.

Pessoas relatam que compram mercadorias e não as retiram das sacolas, ou as escondem até mesmo no trabalho, para que não haja críticas por parte dos familiares.

Os sintomas mais significativos e que necessitam de observação são:

•                O consumo é a única fonte de prazer.

•                O comprador perde o controle. Por exemplo, ele gasta R$20 mil sem poder.

•                O comprador se esquece rapidamente da compra feita.

Essa doença precisa de acompanhamento de Psiquiatra e Psicólogo, pois, às vezes, existe também um transtorno de ansiedade..

Outro caminho seria a pessoa frequentar um grupo de ajuda mútua chamado de “Devedores Anônimos”, que funciona de modo similar ao AA (Alcoólicos Anônimos), ou seja, com o objetivo de recuperar quem tem o problema.

O cristão também pode recorrer à promessa de libertação que Jesus ensina em João 8.36.

 

Mary Estevam – Psicóloga

 

Como você define o sucesso?

 

Existem algumas maneiras de se definir o sucesso, como dinheiro em abundân- cia, status, poder e etc. Porém, o verda- deiro sucesso é considerado como sen- do a diferença que a vida de uma pessoa faz na vida de outras. De qualquer forma, para se ter uma vida bem-sucedida é im- portante:

  • Ter metas e objetivos bem defi- nidos.

  • Ter boa tolerância à frustração, que é a capacidade de lidar com circuns- tâncias inesperadas e com adversidades que a vida apresenta.

• Ser persistente diante de difi- culdades e desafios.
• Sonhar. Quem não sonha, não realiza.

• Desprender-se do passado.
• Desenvolver a capacidade de perdoar e não guardar ressentimentos.
• Vencer o conformismo, deixan- do a chamada zona de conforto.
• Ser generoso e ter fé.
Para se atingir o sucesso, é importante saber que tudo o que se alcança na vida é resultado de preparo (estudo) e opor- tunidade.

Nem sempre as pessoas estão prepara- das para agarrar as oportunidades que surgem na vida, pois, embora estejam preparadas tecnicamente, elas se en- contram doentes emocionalmente, apre- sentando baixa autoestima, traumas e mágoas que dificultam a realização de uma tarefa e o tão almejado sucesso. Para o cristão, é importante entender o momento e a vontade de Deus, para se alcançar o sucesso.

No livro de Salmos 90.12, o salmista nos orienta a termos sucesso vivendo com sabedoria. “Ensina-nos a contar os nos-

sos dias, de tal maneira que alcancemos corações sábios”.
No livro de Mateus 16.24-28, Jesus nos adverte também que o sucesso não é tudo na vida, e que o mais importante para o homem é encontrar a salvação. Aproveite as oportunidades. Deus te abençoe!

 

Mary Estevam

Psicóloga 

Como lidar com a críticas e decepções

 

Não é nada fácil escutar uma crítica. É importante ouvir e refletir se o que está sendo falado tem fundamento. É importante trabalhar o emocional (mente) para conseguir mudar o comportamento criticado. Só consegue ouvir uma crítica, e tirar proveito, quem tem um bom autoconhecimento e sabe identificar o que realmente está dentro de si e que precisa ser transformado, frente àquilo que é apenas uma opinião do outro.

A pessoa não pode deixar a sua autoestima ser afetada, e tentar mudar o comportamento criticado, pois pode surgir insegurança e incapacidade para lidar com seus conflitos internos. Um Psicólogo pode ser útil nesse processo de autoconhecimento e superação das críticas recebidas.

Falando em decepção, infelizmente, a mesma faz parte da vida.

Aprender a lidar com a frustração é uma habilidade necessária para conseguirmos lidar com as nossas emoções de modo funcional.

É importante que os filhos aprendam isso na infância. Por exemplo: não lhes dar todos os brinquedos que foram pedidos ou dividir algo com um irmão faz parte de um aprendizado.

Caso o leitor seja adulto, é importante observar quais são os gatilhos que fazem disparar a sua decepção e quais as crenças que a mantém.

Na vida adulta, muitas são as vezes em que as coisas não acontecem de acordo com as nossas expectativas, nem sempre as pessoas agem de acordo com o que esperamos, causando decepção e sofrimento.

Para lidar com esse sentimento, é importante ser flexível e aceitar a realidade dos fatos, aceitar a imperfeição do ser humano que comente erros, deslizes e injustiças.

No processo de lidar com as decepções - grandes ou pequenas, seja a pessoa uma criança ou adulto, o importante é colocar à prova a habilidade de enfrentamento e desenvolver a capacidade de se ajustar à realidade das situações.

Converse com um amigo, parente ou líder de célula. Um profissional pode ajudá-lo a processar os sentimentos e a restabelecer o equilíbrio emocional.

Busque também a ajuda do Espírito Santo para superar suas deficiências e dores. Ele é o consolador das nossas almas – 2 Coríntios 1.3,4.

 

Mary Estevam – Psicóloga

 

A criança precisa de limites!

 

Criança precisa de correção para não ao ir além do que se deve

Para se educar bem uma criança é preciso impor limites.

Os limites podem variar de uma família para outra, porém, devem ser compreendidos pelas crianças e, sempre que possível, precisam ser reforçados. Sem limites, a criança pode sentir-se confusa e ansiosa.

Caso a criança não viva limites em sua casa, terá dificuldades de viver no mundo exterior.

A criança já tem noção do que é um limite na faixa de 2 a 3 anos.

Cuidado! A obediência não deve ser induzida pelo medo, pois isso fará com que a criança se torne medrosa e desobediente.

O castigo é um bom método para se colocar limites. Os pais precisam ser perseverantes em disciplinar seus filhos até obterem o bom comportamento. Nesse ponto também é importante elogiar a criança, quando ela atinge o resultado desejado.

Quem não coloca limites, pode deixar seu filho aleijado moralmente.

Infelizmente, estamos vivendo uma sociedade narcisista – amor exagerado por si mesmo. Isso pode resultar em crianças sem limites e adultos ambiciosos e preconceituosos.

E nesses dias tão difíceis, em que vivemos uma crise moral, a Bíblia é a Palavra de Deus, que precisa ser ensinada para a criança.

Sugestões de leitura para auxílio na educação do seu filho:

•                Bíblia: livros de Provérbios capítulos 6 e 22; e Efésios 6.

•                Livro: “Sete necessidades básicas da criança” – John M. Drescher – Editora Mundo Cristão.
 

 

Mary Estevam – Psicóloga

 

 

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