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Os filhos do divórcio

O divórcio é um ato que faz mal, segundo pesquisa da Dra. Judith Wallerstein (Psicóloga americana – 1921-2012). Ela entrevistou 131 filhos de pais separados, e os acompanhou durante 25 anos. Na comparação com filhos integrantes de famílias intactas, ela chegou às seguintes conclusões:

·      A separação dos pais afeta a vida de uma criança de várias formas. Alguns começam a adolescência mais cedo.

·      A iniciação sexual costuma ocorrer antes do recomendável.

·      Muitos filhos ocupam-se com os problemas da mãe e com os conflitos do pai.

·      Os filhos mais velhos tendem a cuidar dos filhos mais novos.

·      Os filhos de pais separados sofrem mais de depressão e apresentam dificuldade maior na aprendizagem.

·      A imagem negativa do casamento leva muitos filhos a fazerem péssimas escolhas de parceiros ou fugir de compromissos.

·      Cerca de 40% desses filhos não conseguem se casar, quando atingem a fase adulta.

Os pais não devem discutir na frente de seus filhos. Muitos casais brigam na hora da separação e depois dela. Tome cuidado com esse comportamento.

Em caso de separação, os pais devem continuar dando atenção aos filhos, mesmo que apareça o desejo por outro parceiro. Tome cuidado com a imposição de dias e horários para que as crianças vejam os pais.

A experiência do divórcio é dolorosa e irreparável emocionalmente para qualquer pessoa. Por isso, é um erro achar que várias pessoas vivem separadas e que tudo está bem.

Em Mateus 19.1-9, Jesus repudia o divórcio.

Antes de tomar uma atitude drástica, sugiro que você busque ajuda para seu casamento, tendo um acompanhamento pastoral ou fazendo uma terapia de casal.

Deus ama sua família!

 

Mary Estevam – Psicóloga

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