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Como lidar com a críticas e decepções

 

Não é nada fácil escutar uma crítica. É importante ouvir e refletir se o que está sendo falado tem fundamento. É importante trabalhar o emocional (mente) para conseguir mudar o comportamento criticado. Só consegue ouvir uma crítica, e tirar proveito, quem tem um bom autoconhecimento e sabe identificar o que realmente está dentro de si e que precisa ser transformado, frente àquilo que é apenas uma opinião do outro.

A pessoa não pode deixar a sua autoestima ser afetada, e tentar mudar o comportamento criticado, pois pode surgir insegurança e incapacidade para lidar com seus conflitos internos. Um Psicólogo pode ser útil nesse processo de autoconhecimento e superação das críticas recebidas.

Falando em decepção, infelizmente, a mesma faz parte da vida.

Aprender a lidar com a frustração é uma habilidade necessária para conseguirmos lidar com as nossas emoções de modo funcional.

É importante que os filhos aprendam isso na infância. Por exemplo: não lhes dar todos os brinquedos que foram pedidos ou dividir algo com um irmão faz parte de um aprendizado.

Caso o leitor seja adulto, é importante observar quais são os gatilhos que fazem disparar a sua decepção e quais as crenças que a mantém.

Na vida adulta, muitas são as vezes em que as coisas não acontecem de acordo com as nossas expectativas, nem sempre as pessoas agem de acordo com o que esperamos, causando decepção e sofrimento.

Para lidar com esse sentimento, é importante ser flexível e aceitar a realidade dos fatos, aceitar a imperfeição do ser humano que comente erros, deslizes e injustiças.

No processo de lidar com as decepções - grandes ou pequenas, seja a pessoa uma criança ou adulto, o importante é colocar à prova a habilidade de enfrentamento e desenvolver a capacidade de se ajustar à realidade das situações.

Converse com um amigo, parente ou líder de célula. Um profissional pode ajudá-lo a processar os sentimentos e a restabelecer o equilíbrio emocional.

Busque também a ajuda do Espírito Santo para superar suas deficiências e dores. Ele é o consolador das nossas almas – 2 Coríntios 1.3,4.

 

Mary Estevam – Psicóloga

 

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