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Atividades e o Diabetes - Parte II

 

No caso da atividade física e o diabetes, devemos atentar-nos em alguns itens importantes para a prática sem riscos.

Em toda aula, o aluno diabético deve medir a glicemia antes, durante e depois. Se o aluno diabético estiver com a glicemia abaixo de 120 mg/dl no início da aula, de acordo com a intensidade do treino, a alimentação e medicação ministrada, há uma grande probabilidade de ocorrer uma hipoglicemia severa que é a diminuição de glicose no sangue rapidamente, que pode gerar problemas como fadiga, tonturas, confusão mental, perda da consciência etc.

O oposto deve ser tratado com a mesma atenção, pois, se o aluno diabético estiver com a glicemia acima de 250 mg/dl e com cetoacidose, o exercício ao invés de abaixar a glicemia tende a aumentar, e isto acontece devido a processos bioquímicos que ocorrem no organismo.

Mas, isto não quer dizer que o exercício é perigoso, e sim, que o diabético deve ter um controle para que suas atividades sejam prazerosas.

É comum que o diabético tenha outras patologias associadas como hipertensão, problemas osteomusculares, cardiopatias, neuropatias, dentre outras.

O exercício físico feito com planejamento e coerência gera diminuição imediata da glicemia, e, consequentemente a utilização de medicações como insulina e comprimidos - avaliados pelo médico, diminuição da hipertensão arterial a médio longo prazo, aumento da força muscular, da agilidade, da autoestima, além da melhora na memória, gerando bem estar, saúde e qualidade de vida.

Como é o desejo de nosso Pai, vamos cuidar com muito carinho da saúde e do nosso corpo que nos foi dado de presente.

Preparem-se, porque em março daremos início às aulas de atividade física na Casa da Família.

 

Luiz Americo Bravo
Diretor Técnico
Fone: (11) 3506 7910
www.qualitevie.com.br

 

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